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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Aniversário de 1 ano - Príncipe Vinicius

Oi pessoal! O blog esteve um tanto quanto abandonado no último ano, mas voltei. E voltei pra falar de coisa boa, o aniversário de 1 ano do Vinicius, já se passou mais de um ano, mas eu tinha ficado devendo né?.

Se o chá de bebê já tinha sido uma operação conjunta, nessa então nós unimos todas as forças, o que resultou numa festa aconchegante e participativa. Minha Tia Anailde, mais uma vez cuidou das lembrancinhas e arrumou a decoração. A novidade dessa vez foi que tanto a minha família quanto a família do meu marido contribuíram nos pratos. Nas fotos abaixo vai ficar mais fácil entender, mas a ideia foi envolver todos nos preparativos da festa, que para a minha família costuma ser a parte mais divertida. Oportunidade que nós aproveitamos para homenagear cada um que colaborou, bem como agradecer, o que também trouxe um charme a mais pra comemoração.

O tema da festa foi Príncipe Vinicius e assim como o chá de bebê, a festinha foi na casa do meu pai. A festa foi durante a tarde por vários motivos, aproveitar melhor a luz natural, ser um horário mais acessível para os familiares que moram em outras cidades, mas principalmente, porque é um horário em que as crianças menores, como o próprio aniversariante estão mais dispostas. Até porque é muito comum crianças pequenas ficarem irritadas quando estão com sono. Mas foi tudo muito tranquilo, o Vinicius conseguiu aproveitar bastante, estava bem humorado e quando acabou a festinha bastou um banho gostoso pra ele cair no sono.

Durante a festa foram dadas espadas de papel para os meninos e coroas de princesa para as meninas, que fizeram sucesso até nas fotos dos mais velhos. Toda a comida servida foi feita por algum membro da família, inclusive o bolo de aniversário, feito pelo meu cunhado Valdir, que teve todo o capricho de fazer um bolo 100% sem lactose, para que o aniversariante pudesse comer despreocupado. Aliás, foi a primeira vez do Vinicius comendo bolo e a reação dele foi um misto de "não acredito" com "que delícia".

  










 


 

A única bola fora nisso tudo foi que eu comprei um spray cobre em vez de dourado pra pintar a coroa do painel, mas provavelmente você nem teria percebido isso se eu não dissesse.

Enfim, uma tarde maravilhosa, linda, gostosa. Foi uma benção reunir nossa família para comemorar o primeiro ano vida do nosso príncipe. Sou muito grata a Deus pela vida do Vinicius e por podermos compartilhar momentos tão incríveis com a nossa imensa família. E você, está nos preparativos para a festinha do seu filho? Compartilhar suas histórias também nos comentários. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.

(Fotos: Mariza Resplandes)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Cara de quem?

  Antigamente era só o bebê nascer que começava "Nossa! A cara da mãe", "Mas tem os olhos do pai" ou "Vocês precisam ver uma foto que eu tenho do fulano (pai ou mãe) nessa idade, era igualzinho", parece até que é uma competição time Mamãe x time Papai. Eita. Calma lá.

  Onde está escrito que ganha quem conseguir mandar mais carga genética pro bebê? 1 ponto pro formato do rosto, nariz vale 2 pontos, pontos bônus pra quem tiver fotos da época de bebê pra provar... Sem falar que a competição tem direito até a prêmio de consolação... "Ah. Mas o joelho é igual o seu". Oi?

  E claro que a tecnologia veio pra ajudar (até nisso), afinal hoje em dia os palpites podem começar antes mesmo dos bebezinhos darem o primeiro suspiro fora da barriga da mãe, graças aos ultrassons 3D e até 4D. DVD, pipoca, família reunida e comecem as apostas! E se não parecer nem um pouquinho com o pai, se prepare para as "piadinhas" (respira fundo, conta até 10...).

  Eu entendo que cada lado da família quer puxar a sua sardinha, mas vamos com calma minha gente. Não tem motivo pra transformar um momento tão maravilhoso em uma competição. Muitas vezes as pessoas exageram, ficam forçando semelhanças que nem existem de verdade e pior ainda é quando alguém tem a infeliz ideia de falar pra um dos pais "Não puxou você em nada né?", pra não citar outros exemplos piores. E tem ainda quem ache ruim quando alguém diz que o bebê parece mais com o pai ou com a mãe e, pronto, começa um verdadeiro duelo.

  A verdade é que o encanto é justamente os pais irem se reconhecendo aos poucos no bebê, seja na fisionomia, expressões e mesmo em pequenas manias, até porque os bebês mudam rapidamente, e aquele cabelo que antes era clarinho igual ao da mãe pode muito bem cair e nascer outro escuro igual o do pai, o nariz que estava inchadinho nos primeiros dias vai ficando cada dia mais arrebitado, e assim pode acontecer com o formato do rosto, da boca, até a cor dos olhos... tudo pode mudar.

  Eis a mágica da vida. Duas vidas que formam um novo ser, totalmente único que, aliás, pode não parecer com ninguém e tudo bem também. Afinal, amor de pai e mãe é incondicional. E se você conhece algum pai ou mãe vivendo essa etapa da vida ou tem alguma história sobre isso, compartilhe. Um abraço pessoal e até a próxima. Deus abençoe a todos.


(Imagem: Pinterest)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

PAÇEEEEEI

Antes de me atirarem pedras pelo Ç acima, deixa eu explicar. Pra quem não sabe eu sou bacharel em Direito desde 2011 e durante alguns anos eu fiquei nesse limbo, esse mundo intermediário de quem já concluiu o curso, mas ainda não é advogado. Acontece que na semana passada eu cruzei a fronteira para o time dos advogados e uma das maneiras mais tradicionais de comunicar isso é o suicídio ortográfico bom e velho PAÇEI!

Pois é! Demorou muito tempo pra eu ter coragem de fazer o exame e, como diz minha cunhada, foi preciso a água bater na bunda, ou seja, eu tive que precisar profissionalmente da carteirinha vermelha pra me atrever a fazer a temida prova. Acontece que nunca esteve nos meus planos advogar, por mais contraditório que isso seja, vindo de alguém que escolheu a carreira jurídica. E no final das contas, eu sofria uma terrível pressão de todos que vinham muito amigáveis me dizer "Ah! Faz que você passa!" ou "Certeza que você passa de primeira." Que aflição disso! Muita gente pode imaginar que estas seriam as perfeitas frases de incentivo, mas tudo o que eu conseguia pensar era "Daí eu não passo e decepciono todo mundo."

E assim passaram os anos até que as pessoas pararam de me perguntar sobre isso e um belo dia eu fiz o exame sem que quase ninguém soubesse. Como era de se esperar eu não passei nem na primeira fase. Mais de um ano depois, novo exame, dessa vez, a cabeça na prova e o coração no filho, primeira vez que estaria longe dele por mais de duas horas. Tanta coisa passava pela minha cabeça... "Será que ele está bem?", "Será que conseguiu mamar na mamadeira?"... em resumo terminei a prova o mais rápido possível sem me importar em levar o caderno pra casa, tudo o que eu queria era voltar pra casa e pro meu bebê.

E olha só! Não é que eu passei!? E agora? Segunda fase. Em resumo, a Lei de Murphy existe. O dia da prova foi tenso e foi uma sequência de coisas dando errado... que resultou numa reprovação preliminar. Ah! Que decepção! Eu havia criado expectativas.

Mas, eu sou brasileira e não desisto nunca. Recorri e fui na fé. Estava tudo nas mãos de Deus. Até que veio o dia do resultado definitivo e eu fiquei com medo de procurar meu nome na lista e não encontrar... até agora não estou acreditando, mas eu realmente PAÇEI! Graças a Deus!

No final das contas a notícia não poderia vir em melhor momento, foi como um sinal Divino, um raio de luz. Pois estes últimos dias vinham sendo muito difíceis, meu filho estava doente e tudo o que eu pensava era em jogar tudo pro alto e correr pra ficar com ele, ai! só quem é mãe sabe o que é isso. Mas Deus ouviu o meu coração aflito e a aprovação foi apenas um sinal de que em breve tudo ficaria bem. E ficou! Graças a Deus meu filho sarou e agora eu tenho esperança de boas notícias.

Em meio a toda essa história eu só tenho que agradecer a Deus e as pessoas que me apoiaram de verdade, sem me pressionar e que fizeram toda a diferença nesse processo todo. Um abraço pessoal e até a próxima. Deus abençoe a todos.

(Imagem: Instagram @colegaconcurseira)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Medo do parto

Hahaha! Parece até piada. Quem me viu na maternidade no dia em que o Vinicius nasceu, seja antes, durante ou depois do parto jamais diria isso, mas a verdade é que, num passado não tão distante eu tinha calafrios, me amarelava toda, só de ouvir a palavra PARTO. Lembro da minha mãe, minhas tias, primas e amigas começarem a contar suas experiências e eu sair à francesa do ambiente ou mudar rapidamente de assunto. Não importava se fosse cesárea, normal ou anormal, o negócio era que eu preferia acreditar que as cegonhas realmente se encarregavam de entregar o bebê para as mães que somente ficavam barrigudas para ter acesso às vagas preferenciais nem pensar nisso.

Eu me perguntava “Porquê?” Ai Eva! Tudo ia tão bem lá no paraíso… até que… enfim, o final da história vocês já sabem (pra quem não sabe, é só ler em Gênesis 3:1-16). Mensagem enviada e recebida. Eu tinha total consciência de que esse negócio de parir não era pra mim. Gente, eu sou mega medrosa quando o assunto é dor.

Enquanto isso, a vida tratava de me encaminhar lentamente para o momento da verdade, até que… após algumas suspeitas, veio a confirmação em dois (eu conto melhor essa parte num próximo post) testes de farmácia: eu estava GRÁVIDA.

E agora!?! (insira aqui aquela carinha de pânico)

Não tinha jeito, eu teria que encarar o meu maior medo: eu teria que parir. Então, a mágica aconteceu, eu perdi totalmente o medo. Do momento em que soube que estava grávida até o nascimento do meu filho, eu não tive mais medo em momento algum. Eu fiquei ansiosa para ver o rostinho dele, poder segurá-lo, sentir o cheiro e essas coisas normais de mãe, mas sempre que pensava sobre o nascimento dele, eu só sentia emoção, amor e fé.

Deus é maravilhoso! E além de toda a calma que ele me deu, ainda contei com pessoas fantásticas que me apoiaram e me deram segurança em todos os momentos. O principal foi meu marido que esteve do meu lado, me apoiou durante toda a gravidez, esteve comigo durante o parto e ainda ficou ao meu lado no centro cirúrgico até o fim dos procedimentos. Depois, que a minha obstetra acompanhou todo o meu pré-natal e sempre me passou muita confiança. Além da minha mãe que esteve comigo na maternidade, não sei o que seria de mim sem ela, que esteve comigo o dia inteiro e me deixou muito tranquila. E minha melhor amiga, Alana, que foi pra maternidade também, nós conversamos e rimos muito, o que também foi super relaxante. Minha sogra também foi pra maternidade, enfim. O clima na recepção da maternidade era de descontração total, parecia que a gente só tinha ido lá buscar alguém muito especial.

E realmente, foi fantástico. O parto foi super rápido, tranquilo e emocionante, o momento mais incrível da minha vida. Eu me senti super segura. Agora que eu perdi o medo, ai ai ai, já dá vontade de ter outro (insira aqui uma carinha boquiaberta). E você? Compartilhe aqui nos comentários se você tem tanto medo quanto eu tinha ou se não. Se você já é mãe, compartilhe a história do seu parto e como você se sentiu. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Família é tudo igual, mas a nossa é mais legal!

Oi, pessoal! Como manda a boa educação, vou me apresentar. Meu nome é Naiane, tenho 25 anos, sou bacharel em direito, casada há cinco anos com Valter e mãe do pequeno Vinicius de sete meses. Sou irmã mais velha de um rapaz e uma mocinha, casada com o sétimo filho de uma família de oito irmãos, meu pai é caçula de quatro irmãos e minha mãe a terceira filha de um total de treze... E melhor parar por aqui que já deu pra entender que a família é grande. Além do marido e do filho, ainda tenho um amigo canino em casa, Alão, um vira lata puro sangue.

Enfim, cresci no meio de muita gente, todos falando alto e ao mesmo tempo, me casei com uma família igualmente grande e alegre (afinal, quem disse que a gente casa só com o marido!?) e meu pequeno já está descobrindo que é preciso disposição pra dar conta de tudo. Afinal, família grande não cabe numa cidade só, e a nossa se concentra em pelo menos três cidades principais. Assim, algumas rodovias se tornam “caminho da roça” pra quem não consegue se imaginar perdendo alguma reunião familiar.

Por mais que eu tenha crescido e viva nessa loucura de família em larga escala, conheço algumas pequenas famílias tão ou mais animadas e unidas que a nossa (será?), fora os consanguíneos, ainda acrescento a bagunça alguns irmãos de coração, amigos que Deus coloca em nossas vidas e acho que família é isso, o lugar que nosso coração chama de lar, independente de onde esteja.

E é por isso que a nossa família é sempre a mais legal, porque família é a gente fora da gente, é tudo o que mais amamos e detestamos em nós mesmos dividido em outras pessoas, assim um encontro de família é um reencontro de nós mesmos. Amamos, suportamos os defeitos e respeitamos as personalidades de cada um, por nos reconhecermos em cada detalhe, e se, ainda, não nos reconhecemos em algo, pode deixar que o tempo se encarregue de fazer isso. Afinal, quem nunca disse que faria diferente do que a própria mãe ou o próprio pai fizeram, criticou isso ou aquilo em um irmão ou primo, reclamou de uma chatice de uma tia ou avó pra depois se ver fazendo ou falando a mesma coisa, enfim, pagando a língua?

São essas histórias, as vividas em família que mais me encantam e espero poder compartilhar com vocês. Histórias assim, iguais as de todo mundo e únicas como qualquer família, sem compromisso de definir certo ou errado, julgar ou ditar regras, apenas dividindo experiências. Conto com vocês para compartilhar suas histórias também nos comentários. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.



(Imagem: Imaginarium)