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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Com vocês: Careca e Carequinha

  De repente parece que você e o seu bebê precisarão recorrer às perucas e formar a mais nova dupla de palhacinhos do pedaço. Calma! Se tem uma coisa que assusta as mamães no pós parto é a queda de cabelo que ocorre naturalmente nesse período. Mas não é o fim do mundo.

  Foram nove meses de cabelo cheio, sedoso, aparentemente à prova de queda... Pelo menos comigo foi assim. Não me lembro do meu cabelo ter vivido dias melhores que durante a gestação. Foi uma benção, afinal eu já perdia bastante tempo antes de sair de casa, procurando uma roupa que se adequasse melhor ao meu corpo em intensa mudança, em compensação o cabelo estava constantemente lindo sem esforço. E tudo isso, graças aos benditos hormônios, em especial, o estrogênio.

  Os mesmos hormônios responsáveis por todas as mudanças e sintomas tão típicos do período gestacional, também interferem na nossa pele e cabelos. Você pode não ter ficado com um cabelo de comercial de shampoo, mas provavelmente percebeu que o número de fios perdidos no pente reduziu bastante durante a gravidez.

  Uma mulher perde em média 100 fios de cabelos por dia, contudo durante a gestação, os hormônios prolongam o ciclo de crescimento do cabelo, resultando em cabelos mais cheios e com menos quedas. Contudo, no pós parto os níveis de estrogênio caem subitamente e todo aquele "saldo" de cabelo que deveria ter caído durante os nove meses de gravidez resolvem cair ao mesmo tempo. Não é por menos que assusta, afinal nesse período costuma haver uma perda de 500 fios por dia.

  A mesma coisa acontece com os bebês, que estava conectados ao corpo da mãe recebendo toda a carga hormonal durante a gestação e quando nascem sentem os efeitos da queda repentina desses níveis hormonais, desencadeando a queda de cabelo. Que muitas vezes dá lugar a um cabelo muito diferente daquele que o bebê tinha ao nascer.

  Mas não há o que temer, não é que você e seu filho estejam perdendo mais cabelo do que deveriam, apenas estão compensando o período de repouso do ciclo de crescimento do cabelo, ou seja, todo esse cabelo que "resolveu" cair agora deveria ter caído aos poucos se não fosse pela gravidez.

  Enquanto isso, força na peruca. Como toda fase, essa também passa e logo, logo, você vai lembrar com saudade do cabelo que o seu bebezinho tinha quando nasceu. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.


(Imagem: Pinterest)

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Link da semana

Oi pessoal! O link dessa semana é um aplicativo que foi meu companheiro durante toda a gravidez e me ajudou muito a me informar, e assim manter a ansiedade sob controle.

O aplicativo é do BabyCenter, site que é um verdadeiro almanaque para mamães (e papais também, claro), tem tudo sobre gravidez, bebês e crianças, enfim, um site que eu acesso o tempo todo e super indico. Voltando ao aplicativo... ele se chama Minha gravidez hoje, nele você se cadastra e coloca o tempo de gestação e recebe diariamente várias informações super legais sobre o desenvolvimento do bebê, dicas de bem estar, exames, cuidados específicos para cada fase da gestação, roteiro de organização para a chegada do bebê e até tem umas piadinhas pra descontrair, além disso tem um check list pra você marcar conforme for fazendo seguindo as dicas do app e ainda comunidade com outras mamães.

Esse app foi meu companheiro durante a gestação do Vinicius e eu indico pra todas as gravidinhas que eu conheço, aliás o meu marido também gostava de ver toda semana as informações sobre o desenvolvimento do bebê, então é legal para os papais também.

Então é isso pessoal, comentem o que vocês acharam do aplicativo ou indiquem outros aplicativos interessantes. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Medo do parto

Hahaha! Parece até piada. Quem me viu na maternidade no dia em que o Vinicius nasceu, seja antes, durante ou depois do parto jamais diria isso, mas a verdade é que, num passado não tão distante eu tinha calafrios, me amarelava toda, só de ouvir a palavra PARTO. Lembro da minha mãe, minhas tias, primas e amigas começarem a contar suas experiências e eu sair à francesa do ambiente ou mudar rapidamente de assunto. Não importava se fosse cesárea, normal ou anormal, o negócio era que eu preferia acreditar que as cegonhas realmente se encarregavam de entregar o bebê para as mães que somente ficavam barrigudas para ter acesso às vagas preferenciais nem pensar nisso.

Eu me perguntava “Porquê?” Ai Eva! Tudo ia tão bem lá no paraíso… até que… enfim, o final da história vocês já sabem (pra quem não sabe, é só ler em Gênesis 3:1-16). Mensagem enviada e recebida. Eu tinha total consciência de que esse negócio de parir não era pra mim. Gente, eu sou mega medrosa quando o assunto é dor.

Enquanto isso, a vida tratava de me encaminhar lentamente para o momento da verdade, até que… após algumas suspeitas, veio a confirmação em dois (eu conto melhor essa parte num próximo post) testes de farmácia: eu estava GRÁVIDA.

E agora!?! (insira aqui aquela carinha de pânico)

Não tinha jeito, eu teria que encarar o meu maior medo: eu teria que parir. Então, a mágica aconteceu, eu perdi totalmente o medo. Do momento em que soube que estava grávida até o nascimento do meu filho, eu não tive mais medo em momento algum. Eu fiquei ansiosa para ver o rostinho dele, poder segurá-lo, sentir o cheiro e essas coisas normais de mãe, mas sempre que pensava sobre o nascimento dele, eu só sentia emoção, amor e fé.

Deus é maravilhoso! E além de toda a calma que ele me deu, ainda contei com pessoas fantásticas que me apoiaram e me deram segurança em todos os momentos. O principal foi meu marido que esteve do meu lado, me apoiou durante toda a gravidez, esteve comigo durante o parto e ainda ficou ao meu lado no centro cirúrgico até o fim dos procedimentos. Depois, que a minha obstetra acompanhou todo o meu pré-natal e sempre me passou muita confiança. Além da minha mãe que esteve comigo na maternidade, não sei o que seria de mim sem ela, que esteve comigo o dia inteiro e me deixou muito tranquila. E minha melhor amiga, Alana, que foi pra maternidade também, nós conversamos e rimos muito, o que também foi super relaxante. Minha sogra também foi pra maternidade, enfim. O clima na recepção da maternidade era de descontração total, parecia que a gente só tinha ido lá buscar alguém muito especial.

E realmente, foi fantástico. O parto foi super rápido, tranquilo e emocionante, o momento mais incrível da minha vida. Eu me senti super segura. Agora que eu perdi o medo, ai ai ai, já dá vontade de ter outro (insira aqui uma carinha boquiaberta). E você? Compartilhe aqui nos comentários se você tem tanto medo quanto eu tinha ou se não. Se você já é mãe, compartilhe a história do seu parto e como você se sentiu. Um abraço e até a próxima. Deus abençoe a todos.